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The never ending roller coaster

Como eu disse no post anterior, minha vida está mais do que inconstante. Uma montanha russa sem fim…

Primeiro, continuo com o problema com o passaporte. Pior, a oportunidade de tirar em João Pessoa se foi. Nem lá tem mais data.

Mas para minha surpresa há vagas em Recife. Por causa de algumas horas, pedir uma vaga na próxima sexta, mas marquei para a segunda dia 23. Vai ser uma correria… mas fazer o que!? 😦

Amanhã vou com a cara e a coragem na PF daqui. Mostrar meu contrato, chorar, implorar e pedir pelo amor de deus para fazer meu passaporte.

Me desejem sorte.

Hoje, tive uma tristeza enorme. A inteligência aqui pensou que precisava tirar uma segunda via do RG (o meu tá velho, estragado), para apresentar no dia  do atendimento para o passaporte, esquecendo que há outras alternativas, como meu próprio passaporte atual. Fui na central do cidadão, descobri que não fazem 2a via do RG (por eu não ser daqui), e que só tinha vaga dia 7 DE JANEIRO! Surtei.

Longas horas de depressão depois, resolvi entrar no site da PF e vi que não precisava do RG. Não sei se pulava de alegria ou queria me matar pela burrice e o stress em vão.

Enfim, pelo menos um problema a menos!

Outra alegria que eu tive foi quanto à universidade. A professora da disciplina que eu tinha muitas faltas resolveu passar um trabalho extra. Nem acreditei. Eu já tinha largado isso pras cobras, aí acontece esse MILAGRE! Falando nisso, devia estar agora mesmo fazendo o trabalho. Enfim, acho que esse diploma sai!

É isso. Coisas boas e ruins continuam acontecendo simultaneamente e eu não sei como me sentir mais.

Cheguei a pensar que todas essas dificuldades eram um sinal do universo me dizendo pra desistir, que não era boa ideia. Mas vi que, se for um sinal do universo mesmo, é dizendo que nada que vale a pena vem fácil! Por isso, o negócio é não desistir. Sempre vai ter alguém que te diga pra “deixar pra depois”, “você é muito apressada”, “você pode conseguir outra família”, mas você não pode se desanimar com isso. O negócio é conversar com as pessoas que te apoiam e acreditam em você.

Passei a noite conversando com Niko e minha mãe hoje e eles sempre recarregam minhas energias e me acalmam. A propósito, estudei muuuito com Niko as possíveis perguntas da entrevista em alemão, que a Au Pair da Letra disponibilizou. Negócio de ouro mesmo!

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O começo do fim (o começo do começo)

Em 2011, cheguei em Natal. Faculdade nova, cidade nova, vida nova. E eu realmente precisava de tudo isso.

2010 tinha sido um ano muito difícil pra mim e tudo que eu precisava era de uma grande mudança como essa.

Os anos que passei aqui foram incríveis. Vivi coisas que nunca imaginei. Conheci pessoas incríveis e fiz alguns amigos que vou levar pra vida toda.

Mas tudo tem seu fim. O motivo deu estar aqui era a faculdade e como estou me formando, é hora de dizer tchau.

A pesar deu ainda não acreditar que vou realmente conseguir me formar e estar cheia de paranoias com isso, a verdade, é que isso vai sim acontecer.

Ontem a noite enquanto assistia um filme, por algum motivo, lembrei que só tenho essa semana para arrumar minhas coisas para me mudar de volta para Fortaleza. No meio de tanta confusão, acabei não vendo o tempo passar. Sempre deixamos esse assunto da mudança para depois, mas a hora chegou.

Tenho que começar a encaixotar as coisas, me despedir das pessoas, de tudo. Não consigo acreditar.

Desde que vim morar aqui, passei no máximo uma semana em Fortaleza. Tempo que eu usava para visitar parentes, amigos e logo depois voltava para Natal. 2010 foi um ano tão ruim que meio que estragou Fortaleza para mim, apesar de ser uma cidade incrível (mesmo com todos os milhares de problemas). Não sei como vou me readaptar. A boa notícia é que serão só dois meses e logo vem a tão querida e sonhada Alemanha. Com isso é que eu tenho que me preocupar (ou não).

Por fim, acabei de vez (assim espero) os últimos trabalhos do semestre. Passei a noite inteira fazendo. Não dormi ainda, mas só de ter ME LIVRADO disso, já estou um pouco (só um pouco) mais aliviada. Ainda estou com aquela sensação de que falta fazer alguma coisa, que vai dar tudo errado, etc…

Bem, vamos lá pro começo do fim e o começo do começo! =)

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Ups and downs

Minha vida – ou melhor – meus dias têm sido tão oscilantes que sinto que vou ter uma pane a qualquer momento.

Parece que cada vez que dou um passo para conseguir meu diploma, dou mais dois para trás. É frustrante! Quando penso que fiz o último trabalho, aparece mais um. E mais outro problema, e mais outro. *sigh*

A gente tenta não se abater com essas coisas mas é muito difícil as vezes…

Não vejo a hora de tudo isso acabar. É como se dia 17 de dezembro (dia da minha defesa) não fosse chegar nunca…

Ainda bem que ando com mais esperanças no quesito passaporte/visto. Andei lendo umas notícias por aí que me animaram bastante. Meninas que conseguiram adiantar a entrevista do passaporte e meninas que conseguiram o visto em pouco tempo.

Agora só preciso pegar esse meu diploma e me mandar!

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Mais um (desabafo)

Bem, no último post falei sobre o meu atual problema.

Mas problema que é bom não vem sozinho, traz mais uns dois ou três amiguinhos para acabar de vez com sua paciência.

Sou e sempre fui muito ansiosa. Esse semestre está sendo um dos mais difíceis em todos os sentidos. Tenho que dar conta de muita coisa e ainda tentar descobrir o que vai ser da minha vida ano que vem.

Só tenho 20 anos. Sei que tenho tempo suficiente para errar e acertar inúmeras vezes maaaaaas isso nunca funcionou comigo. Sempre fui de botar as coisas em prática. Esperar para quê? Cada dia perdido é um arrependimento futuro.

Sinto que estou tão próxima de conseguir o que eu quero mas ao mesmo tempo tem mil coisas atrapalhando meu caminho. É inevitável mas você começa a se sentir para baixo e desmotivada. Graça a Deus tenho quem me dê apoio e me diga que “vai dar tudo certo”, mesmo que seja mais uma torcida do que uma certeza.

Hoje está sendo um daqueles dias que largar tudo, chorar e correr para minha mãe, ou simplesmente dormir e acordar com meus problemas resolvidos.

Não, meus problemas não são graves. Não vou morrer por causa deles. Acontece que quando você meche com sonhos (e ainda mais sonhos antigos, que você passou a vida inteira tentando realizar, e finalmente vai conseguir) qualquer coisinha já te desanima.

Estou a beira de um ataque de nervos. Tanta coisa, tão pouco tempo. Antes tivesse só problemas de passaporte/visto para resolver.

Ainda tenho que me formar e mesmo sabendo que já está tudo encaminhado sempre fico com a sensação de que falta alguma coisa e vai dar tudo errado, que não vou conseguir. Tento pensar em outras coisas, fazer listas do que falta fazer, mas nem isso me acalma.

Minha mãe, a única pessoa que pode me dar apoio, também está cheia de problemas para resolver e eu não quero incomodá-la.

Não sei… mas é como dizem. Nada como um dia após o outro. Espero reconquistar minhas forças e resolver tudo isso.

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Foto: WeHeartIt

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I let it burn

“I crashed my car into the bridge, I watched, I let it burn”

“I don’t care, I love it…”

Escuto essa música todos os dias. A primeira vez que a escutei foi em uma disco em Lisboa.

Além de ser superalegre, ela traz aquelas lembranças boas e grita bem alto “EU NÃO ME IMPORTO”.

Os últimos meses não têm sido fáceis. Mesmo com a falta de dinheiro, nada de ruim está acontecendo, mesmo assim, tenho mil conflitos internos.

Esse está sendo o semestre mais complicado da universidade e enquanto tento resolver os problemas de lá, tenho essa crise existencial, essas dúvidas: “de onde venho, aonde vou”.

Depois que decidi que vou ser au pair, minha vida melhorou bastante. Finalmente tenha alguma certeza na vida.

O meu grande problema agora é a universidade como estou cansada de dizer, mas até com isso resolvi deixar de preocupar.

Estou fazendo tudo a meu alcance, preocupação nenhuma vai mudar o que está feito.

Como diz um provérbio: “Se um problema é grande demais, não pense nele e se ele é pequeno demais, pra quê pensar nele?”

Cansei de me estressar com isso, falta menos de um mês e tenho certeza que vai tudo se resolver.

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É por isso que eu LARGUEI PRAS COBRAS.

 

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E agora?

As coisa só pioram para mim no quesito universidade.

Ontem fui falar com outra professora a respeito das faltas e ela disse que não havia nada que pudesse fazer.

Ou seja, já estava diretamente reprova por faltas. Não sei porque, mas diferente da outra vez, não me senti tão desesperada.

Tenho um tanto de esperanças, por isso vou continuar a ir as aulas e fazer meus trabalhos.

Mas se tudo der errado, tenho um dilema a enfrentar.

Ficar mais um semestre aqui parecia um grande pesadelo e apesar de ainda ser terrível, já me “acostumo” com a ideia.

De qualquer forma, uma família de Dusseldorf acaba de me contactar. Três filhos lindos, pequenos e uma cidade grande.

Para melhorar, para começar em março. Respondi a mensagem e espero ter alguma resposta positiva.

O problema é: ir em março e a universidade? Ainda bem que ano que vem as aulas terminam mais cedo, então eu podia até negociar com a professora de ir embora mais cedo, já que posso falta 20% das aulas.

Sinceramente não sei o que vai ser da minha vida. Enviei outro email a professora e vamos ver se ela se comove.

Mas voltando ao assunto feliz: Dusseldorf. Odeio me empolgar com as coisas, mas viver numa cidade grande na ALEMANHA é mais que um sonho para mim. Sou uma city girl mesmo, não vou negar. Posso até tentar viver em uma cidade pequena e passar uns dias na tranquilidade, mas certamente vou me aborrecer fácil.

Andei vendo umas fotos da cidade no google e algumas informações e me apaixonei um tanto.

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*-*

Aaaaaaahh, que dê tudo certo!

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